O uso e abuso da transmissão do culto

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Por Rick Phillips


"De todo o coração renderei graças ao SENHOR, na companhia dos justos e na assembleia" (Salmos 111.1).

Uma das áreas mais populares do site da minha igreja é o link para a transmissão ao vivo que conecta as pessoas ao culto de Domingo enquanto ele está acontecendo. Somos agraciados por podermos possibilitar isso, especialmente para nossos membros que estão doentes em casa, que precisam ficar em casa com seus filhos adoecidos ou que estão em situações similares.

Recentemente, fiquei sabendo até de um membro da igreja que conseguiu assistir ao culto em seu smart phone enquanto estava preso em casa graças a uma falta de luz. Uma quantidade surpreendente de pessoas assiste aos nossos cultos pela internet e nós esperamos que isso esteja abençoando a todos. Ficamos principalmente felizes se não-cristãos conseguem ouvir a voz de Deus e são encorajados a se juntarem conosco presencialmente a partir disso.

Mas mesmo com todas as bênçãos desse tipo de tecnologia, existem algumas limitações importantes para o uso da adoração por vídeo que os cristãos deveriam saber e que nos chamam a fazer um uso sábio desse recurso. De modo simples, nossa transmissão ao vivo é programada para aqueles que não podem vir à igreja e não como um substituto para aqueles que podem vir. Com isso em mente, apontarei algumas razões para o porquê devemos preferir ir aos cultos presencialmente e algumas sugestões para essa prática.

1 - Nossa presença física é essencial para a plena participação na adoração e na vida da igreja. Quando a Bíblia ordena “Congregai-vos” (Hebreus 10.25), isso envolve tanto a nossa presença física quanto espiritual. Não estamos congregando na igreja se a igreja não pode nos ver! Jesus disse que estaria presente onde “estiverem dois ou três reunidos em meu nome” (Mateus 18.20). Sem dúvida, sua intenção tinha o sentido de uma presença física das pessoas com corações compartilhados. É por isso que não devemos nunca prover a participação em sacramentos através dessas transmissões via internet e é por isso que os presbíteros da igreja se reúnem presencialmente e não simplesmente através da internet (note que Mateus 18.20 se dá em uma passagem acerca da disciplina).

2 - Precisamos vir à igreja para podermos contribuir com nossos dons e graças a outros cristãos. O Senhor provê muitas coisas importantes através do encontro semanal da igreja. Por exemplo, os dons espirituais de cada membro são empregados nas mais diversas formas sendo cada uma delas essenciais. Paulo escreveu que “nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros” (Romanos 12.5). Ele acrescenta que nossos dons espirituais são dados a nós “visando a um fim proveitoso” (1 Coríntios 12.7). Por isso, seus companheiros cristãos precisam da sua presença: para servir, encorajar, escutar, apoiar, rir, abraçar e amar. Nos reunimos no domingo como uma comunidade na igreja e isso requer comunhão! Então, enquanto a transmissão ao vivo é boa para casos excepcionais, ela não deve se tornar a norma para um cristão.

3 - Há uma dimensão autoritativa na pregação da Palavra de Deus que envolve estar sentado fisicamente sob a pregação do púlpito. É uma benção podermos ouvir a voz de Deus mesmo quando não podemos ir à igreja. Ainda assim, ouvir ao sermão fisicamente faz uma diferença significativa na maneira como Deus ministra a sua Palavra.

Deus ordenou que a Bíblia fosse pregada por embaixadores e arautos vivos e a experiência de se estar integralmente sob um púlpito ministerial envolve estar fisicamente presente. A pregação é um evento vivo e comunal e o pregador precisa ver e interagir espiritualmente com a congregação, assim como a congregação precisa ver e interagir espiritualmente com o pregador. É uma benção poder ter boas pregações através de mecanismos eletrônicos e eu te encorajaria a se valer deles, mas nenhum deles é um substituto para se estar presente debaixo de uma ministério pessoal de seu próprio pastor junto de uma igreja no qual você é membro. É por isso que me oponho tanto às “igrejas satélites”, onde um vídeo de um pregador-celebridade é passado à congregação sem ele estar fisicamente presente. E é por isso que você precisa frequentar as pregações de sua própria igreja, mesmo que pregadores melhores possam ser ouvidos pelo rádio ou pela internet. A pregação é uma parte importante da liderança espiritual de um pastor e estar sob essa pregação é uma boa forma de obediência. Hebreus 13.17: “Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não aproveita a vós outros.

4 - Na adoração, precisamos dar toda a atenção para o Senhor, o que é difícil de acontecer quando não estamos fisicamente no santuário da igreja. A experiência no templo é programada para atrair toda a nossa atenção para o Senhor e para a sua Palavra. Fora do templo, especialmente se estamos sozinhos, nós simplesmente estamos mais propensos a não nos entregarmos totalmente a Deus em nossa adoração. Isso se assemelha à minha preocupação quanto ao uso de tablets e smartphones no lugar de Bíblias físicas. Não há nada de errado com uma versão eletrônica das escrituras, mas eu sei que meu próprio smartphone está repleto de distrações eletrônicas para que eu desvie minha atenção de Deus e de sua adoração. Há algo de errado em checar seu email e mensagens durante o sermão? Sim, há. O Salmo 111.1 diz: “De todo o coração renderei graças ao SENHOR, na companhia dos justos e na assembleia”.

Como cristãos, devemos ser os últimos a perdermos nosso senso de pessoa completa como Deus nos criou e não devemos deixar a tecnologia distorcer nossa visão da pessoa humana. Assim, mesmo  estando gratos por fornecermos o culto ao vivo em algumas situações excepcionais, não façamos da exceção a norma e não permitamos que a tecnologia dite nossa experiência espiritual na adoração.

Deixe-me concluir com algumas sugestões relacionadas ao assunto:

1) Quando você estiver viajando durante o Dia do Senhor, faça todo esforço possível para frequentar uma igreja local ao invés de assistir ao culto de sua própria igreja pela internet. Todos os cristãos fazem parte da igreja universal tanto quanto fazem de sua igreja local e essas são boas oportunidades para que nós expressemos e experimentemos nossa participação cristã mais ampla. Deus usa conexões feitas nesses momentos para nos unir em seu trabalho. Mesmo que não haja uma igreja de sua preferência no local, você deve ir na que seria a melhor opção. Vivenciar uma “adoração ruim”, seja como for a forma como nós a definimos, ou uma “pregação diferente” nos acrescentará sabedoria e perspectiva. Seja qual for a experiência, devemos geralmente preferir adoração física na companhia de irmãos crentes do que uma experiência em vídeo com nossa própria igreja.

2) Se você disser para si mesmo “Eu vou só assistir o culto pela internet” ao invés de ir fisicamente à igreja, você estará traindo a si mesmo e, mais importante do que isso, aos seus companheiros crentes. Esse problema (que deve acontecer mais ainda no caso do culto noturno) deve ser evitado o máximo o possível.

3) Quando você estiver em uma conferência ou grande evento em que a transmissão por vídeo é usada para projetar a imagem do pregador, sente-se na frente onde você possa ver ao palestrante diretamente. Eu creio que onde há uma tela grande, meus olhos naturalmente se distanciarão da pessoa de verdade para a imagem do vídeo. Isso reduz o senso de um encontro real com um pregador real e nós devemos evitar isso.

Espero que esse conselho nos faça usar os dons de Deus com sabedoria e responsabilidade. Cristãos devem sempre vigiar acerca de consequências indesejadas e oportunidades para o diabo (Efésios 4.27). A perda da igreja quanto à presença física do povo de Deus é terrível. Que não permitamos que a tecnologia nos transforme de discípulos em consumidores e de uma comunidade da igreja em uma mera fonte de provisão.

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Fonte: Reformation 21
Tradução: Kimberly Anastacio
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Providência em tudo da vida

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Por John Frame


A maioria dos cristãos que conheço fala de providência quando algo bom e incomum lhes acontece. Alguém parece arrumar seu pneu, e você chega em seu encontro exatamente no horário marcado. Quando você teme que perderá o pagamento do seu aluguel, um cheque (com precisamente a quantia que você necessita) chega via correio. Você ora pela cura de alguém amado e um pouco depois você encontra um tratamento médico que tem sucesso, quando tudo o mais falhou. Estas coisas acontecem, e nestas ocasiões frequentemente a palavra “providência” aparece em nossas línguas.
  
Assim, providência se torna a alternativa cristã para “sorte”. Quando alguém diz “boa sorte”, alguns cristãos advertirão que não cremos em sorte, mas somente na providência de Deus. Sorte é algo impessoal, um tipo de destino ou acaso. A providência está nas mãos do nosso Deus amoroso.
  
Usar a palavra “providência” para descrever bênçãos divinas especiais e coincidentes é perfeitamente correto. Nós experimentamos tais bênçãos, e providência é tão boa quanto qualquer outra palavra para descrevê-las. Mas deveríamos estar cientes de que a definição teológica de providência é muito mais ampla do que isto. A definição de providência é, certamente, teológica. A palavra é raramente, se é que alguma vez, encontrada nas traduções portuguesas da Bíblia, de forma que o conceito de providência é, até certo ponto, a tarefa de teólogos. Estes teólogos agruparam várias idéias bíblicas sob o nome de providência, e será útil para nós olharmos para tais idéias.
  
O Catecismo Menor de Westminster define providência na resposta à pergunta 11: “As obras da providência de Deus são a sua maneira muito santa, sábia e ponderosa de preservar e governar todas as suas criaturas, e todas as ações delas”. Primeiro, note que a providência de Deus é universal. Ela se estende a todas as criaturas de Deus e a todas as ações delas. Assim, Efésios 1:11 fala do Deus que “faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade”. É correto vermos a mão de Deus nas bênçãos especiais da vida. Mas é importante vermos a mão de Deus em nossas provas, dores e sofrimentos; até mesmo em nossas próprias decisões. A mão amorosa de Deus opera em tudo que acontece comigo e em tudo que faço. Assim, Paulo nos chama a sermos gratos em tudo (1 Tessalonicenses 5:18).
  
Frequentemente ouvimos que deveríamos ser gratos pela misericórdia de Deus em meio aos problemas. Mas é duro ver a mão de Deus em nossas decisões pecaminosas e ignorantes. Reconheçamos, contudo, que a mão de Deus na providência está nestas decisões também. Lembra-se que os irmãos de José o venderam como escravo? Mais tarde ele lhes disse: “Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos irriteis contra vós mesmos por me haverdes vendido para aqui; porque, para conservação da vida, Deus me enviou adiante de vós” (Gênesis 45:5) e “vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem” (Gênesis 50:20). Os irmãos fizeram uma decisão pecaminosa. Mas aquela decisão pecaminosa era parte da providência de Deus, para manter a família de Jacó viva. O relacionamento entre a providência de Deus e o pecado humano é de fato misterioso. Mas é sempre verdade que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Romanos 8:28). Não deveríamos agradecer a Deus pelo pecado, mas deveríamos agradecê-lo de todo coração por usar o pecado para promover seus bons propósitos.
  
O Catecismo também nos diz que na providência Deus “preserva” e “governa”. Governar aqui não é tanto uma metáfora política quanto é a ideia de um piloto dirigindo um navio a bombordo. Quando Hebreus 1:3 diz que Jesus “sustenta todas as coisas pela palavra do seu poder”, o retrato não é tanto aquele de Atlas sustentando o mundo sobre os seus ombros, mas de um corredor de revezamento levando um bastão até a linha de chegada. O governo de Deus é um conceito dinâmico, um que dá direção à natureza e história. O progresso do mundo está se dirigindo para um objetivo, para o cumprimento de todos os propósitos de Deus no retorno de Cristo. A história não é apenas uma coisa após a outra. Ela é uma narrativa maravilhosa, que levará a uma conclusão plenamente satisfatória (algumas vezes surpreendente).

“Preservação” é outro aspecto da providência mencionada no Catecismo. Ela significa várias coisas:
  
(1) Deus preserva a existência do mundo. Sem sua permissão (e especificamente aquela de Jesus Cristo), o mundo feneceria (Colossenses 1:17).
  
(2) Deus também preserva o mundo postergando o julgamento final até seus propósitos serem completados. Assim, ele prometeu a Noé que não destruiria o mundo através de outro dilúvio (Gênesis 8:21-22). Até então, os dias e estações sucederam um após o outro de uma maneira regular. Um dia, certamente, haverá outro desastre – desta vez com fogo (2Pedro 3:7) – como nos dias de Noé, quando Deus virá no julgamento final. Entre o dilúvio e o julgamento, contudo, Deus se detém. Por que? Para dar tempo à igreja, para que esta pregue o Evangelho a todo o mundo, e dê a oportunidade para pessoas se arrependerem de seus pecados e se voltarem para Cristo (2Pedro 3:9).
  
(3) Preservação também se refere ao modo como Deus nos protege do perigo durante todas as nossas vidas. Como Deus usou o pecado dos irmãos de José para providenciar alimento para eles no Egito, assim Deus regularmente “preserva o fiel” (Salmos 31:23). Outro Salmo diz “que [ele] preserva com vida a nossa alma e não permite que nos resvalem os pés” (Salmos 66:9). Isto é o que usualmente pensamos quando usamos o termo “providência”. Ela inclui todas as coincidências preciosas às quais me referi no começo deste artigo. Deus frequentemente intervém e nos resgata, quando mais precisamos de sua ajuda. Certamente, este tipo de providência tem um limite. A menos que vivamos até o retorno de Cristo, nós todos morreremos. Mas, certamente, até mesmo então a mão de Deus nos sustenta. Se você pertence a Cristo, nem mesmo a morte pode te arrebatar da mão de Deus (João 10:29). O Senhor cumpre sua promessa de vida longa (Efésios 6:3), ultimamente, na vida eterna. E esta vida eterna começa na vida presente. Todo mundo que confia em Cristo já possui a vida eterna (João 5:24).

Assim, a providência envolve muito mais do que algumas vezes pensamos. Sim, Deus nos dá pequenas surpresas durante a vida, e é uma bênção maravilhosa saber isso. Mas a providência também se estende a tudo o que acontece. Ela abarca todo o tempo e espaço. Ela nos conduz desde a criação até a eternidade futura. Tal providência merece nosso louvor extasiado: “Aleluia! Rendei graças ao SENHOR, porque ele é bom; porque a sua misericórdia dura para sempre” (Salmos 106:1).

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Fonte: Monergismo
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto
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Em que a ascensão de Cristo nos beneficia?


Por Kevin DeYoung


Primeiro, a ascensão de Cristo nos beneficia porque temos um Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo (1Jo 2.1). Nosso Senhor Jesus está no céu defendendo a nossa causa, para que sempre, seja do que for que Satanás nos acusar em nossa consciência ou se atrever a fazer acusação contra nós diante do Pai, Jesus Cristo, Filho de Deus e nosso advogado impecável, está pronto para defender e apresentar seu próprio sangue por nós. Pense sobre isso. Cristo é o nosso parceiro de oração no céu. Ele intercede por nós diante do trono (Rm 8.34). 

Segundo, a ascensão de Cristo nos beneficia porque agora temos a nossa própria carne no céu; nossa vida está escondida com Cristo que habita em glória acima (Cl 3.3-4). A carne de Cristo no céu é uma garantia de que a nossa vai estar lá também algum dia. A nossa esperança não é uma eternidade como alma desencarnada, mas um corpo humano material real, ressuscitado, na presença de Deus para sempre. O corpo de Cristo é o primeiro lá, mas não o ultimo. 

Terceiro, a ascensão de Cristo nos beneficia porque temos o Espírito Santo como um resultado. Como o próprio Jesus explicou aos seus discípulos: "Mas eu vos digo a verdade: convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei" (Jo 16.7). Isso não era um golpe no seu próprio ministério terreno, mas Jesus entendia que, como homem, ele estava limitado a um só lugar ao mesmo tempo. Porém, uma vez que subisse ao céu, ele poderia enviar outro Consolador (Jo 14.16) para nos dar poder do alto e estar conosco para sempre. 

Você pode não pensar sobre a ascensão de novo por algum tempo, então medite sobre esta doutrina comigo por mais dois minutos. Pense nas implicações da ascensão de Cristo. A ascensão significa que estamos no céu, neste momento. Por meio da união com Cristo, nós realmente não somos cidadãos deste mundo. Colossenses diz-nos para fixar a mente nas coisas lá de cima, porque nossa vida está escondida com Cristo, que habita lá (3.2-3). 

A ascensão de Cristo implica também que "pedir a Jesus que entre em seu coração" não significa convidar um amigo ou tipo de reconfortante de terapeuta para dentro de sua vida. Isso significa - se estamos usando frase não bíblica de uma maneira bíblica - que estamos expressando o nosso desejo de sermos um com o rei do universo. O Jesus que mora dentro de nosso coração está sentado, à direita de Deus Pai Todo-Poderoso. 

Mais surpreendente de tudo, a ascensão significa que Deus concedeu todo governo, poder, autoridade e domínio (Ef 1.21-22) a um homem. Talvez seja por isso que Tolkien fez tal afirmação em O Senhor dos Anéis para enfatizar que um homem se sentaria no trono de Gondor, e a raça dos homens reinaria mais uma vez. Jesus Cristo está exercendo o domínio que o homem foi feito para ter desde o início (Gn 1.28). Por causa da ascensão de Cristo, nós sabemos que a encarnação continua, a humanidade de Cristo vive no céu, o Espírito vive em nosso coração. E um ser humano divino e de carne governa o universo. 

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Fonte: Trecho extraído do livro As Boas novas que quase esquecemos (p. 94)

Obs.: O título referido não é assim no livro. Tal título é retirado de uma palavra em que o autor do livro explica sobre os benefícios da ascensão.